JÚNIA J. RJEILLE CORDEIRO - Terapeuta Ocupacional

Missão: Gerar e divulgar conhecimentos que causem impacto na saúde e na qualidade de vida das pessoas. Curriculum Vitae: http://lattes.cnpq.br/2065896370285960 e-mail: juniacordeiro@terra.com.br

16.4.12

Capacitação - Lista de Identificação de Papéis Ocupacionais

Prosseguindo com as ações para instrumentalizarmos cada vez mais os terapeutas ocupacionais brasileiros a fazerem a diferença na saúde em nosso país, ministrarei mais uma capacitação no instrumento, sob a organização do Curso de Terapia Ocupacional da Fac. Med. do ABC, em Santo André, SP, nos termos que se seguem:

a. Público-alvo: Profissionais e acadêmicos de Terapia Ocupacional

b. Ementa: Capacitar o aluno para o uso da Lista de Identificação de Papéis Ocupacionais na clínica e na pesquisa em Terapia Ocupacional, a partir da tradução e validação do Role Checklist (instrumento do Modelo da Ocupação Humana), feita e publicada pela instrutora.

c. Conteúdo Programático:

    • O uso de instrumentos padronizados na prática da Terapia Ocupacional – TO Baseada em Evidências Científicas
    • Introdução ao Modelo da Ocupação Humana
    • O que são Papéis Ocupacionais e por que identificá-los?
    • Apresentação e aplicação da Lista de Identificação de Papéis Ocupacionais
    • Uso clínico do instrumento
    • Uso do instrumento em pesquisa

d. Data: 12 de maio de 2012

e. Horário: 8:00-14:00h

f. Local: Auditório Prof. Dr. David Everson Uip – CEPES – Fac. Med. ABC – Av. Príncipe de Gales, 821 – Príncipe de Gales – Santo André, SP

g. Investimento: Estudantes > R$ 40,00 Profissionais > R$ 60,00

h. Inscrições: exclusiva e diretamente com os organizadores via e-mail toobiis@yahoo.com.br

Júnia J. Rjeille Cordeiro – instrutora

CREFITO-3/10480-TO

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24.9.11

Redação científica ganha site especializado

Já é ponto pacífico a necessidade premente do aumento de publicações científicas por parte dos terapeutas ocupacionais. Mas estas publicações precisam ser de qualidade – desde o aspecto ético, passando pelo metodológico e, é claro, pela relevância e aplicabilidade. Reproduzo abaixo a divulgação de recursos disponibilizados pelo Prof. Gison Volpato, conforme nos conta a Agência FAPESP. Leiam e aproveitem as aulas gratuitas no site do referido professor:

Agência FAPESP – Em sete livros sobre redação e publicação científica, o zoólogo Gilson Volpato sistematizou o conhecimento acumulado ao longo de mais de 25 anos de dedicação ao tema. A partir de agora, os interessados poderão encontrar uma referência permanente sobre o assunto na internet.

Volpato, que é professor do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências de Botucatu da Universidade Estadual Paulista (Unesp), lançou um site que tem o objetivo de oferecer ao público acesso a artigos, dicas e reflexões sobre temas como redação científica, educação e ética na ciência.

No serviço também é possível acompanhar a concorrida agenda de Volpato, que em 2010 apresentou 78 palestras e cursos em todo o Brasil. “Na minha trajetória estou continuamente descobrindo notícias, artigos e outras referências interessantes ligadas à ética da ciência, à publicação e à redação científica. Com base na minha experiência, procurei selecionar esse material, editá-lo e disponibilizá-lo acompanhado de comentários”, disse à Agência FAPESP.

A ideia inicial era lançar um blog, mas a limitação de tempo para a interação constante com os leitores levou o autor a optar por um site. “Além do material proveniente de outras fontes e selecionado, o site permite o download de artigos relacionados aos vários temas que tenho abordado”, disse.

O site se divide nas seções “Ciência”, “Redação Científica”, “Publicação Científica”, “Ética e Moral na Ciência”, “Sociedade”, “Administração” e “Educação”. Em cada uma das seções temáticas há uma lista de livros relacionados ao assunto, artigos, uma série de links para textos externos – com comentários do autor – e uma lista de dicas.

O site também dá acesso a aulas on-line do curso “Bases Teóricas para Redação Científica”, apresentado por Volpato na Unesp. “Por enquanto há 19 aulas disponíveis, mas todo o material já foi gravado. Estou corrigindo detalhes em alguns dos vídeos e em breve todas as 44 aulas estarão no ar”, disse.

Autor do Método Lógico para a Redação Científica, Volpato conta que o conjunto de sua obra procura mostrar que a redação científica deve se pautar pela lógica da pesquisa e não por costumes acadêmicos.

“A redação e a publicação de ciência têm apresentado uma orientação muito técnica, de maneira geral. O que procuro fazer é escapar dessas receitas prontas. Todas as decisões do autor de um artigo devem ser produto da lógica científica e não de regrinhas extraídas dos costumes, que reproduzem e perpetuam equívocos conceituais”, disse.

Em outubro, Volpato publicará o livro Estatística sem dor, em coautoria com Rodrigo Barreto, também professor do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências de Botucatu da Unesp.

Sobre Redação e Publicação Científica, os últimos livros de Volpato foram: Bases teóricas da redação científica … por que seu artigo foi negado (2007), Pérolas da redação científica (2010), Dicas para redação científica (2010) e Lógica da redação científica (2011).

Redação Científica por Gilson Volpato: www.gilsonvolpato.com.br

FONTE: Fábio de Castro - http://agencia.fapesp.br/14517 ACESSADA EM 21/9/11

Júnia J. Rjeille Cordeiro - CREFITO-3/1048-TO

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31.7.11

Terapeuta Ocupacional orienta público em propaganda

A Terapeuta Ocupacional Teresa Ruas participa da propaganda da empresa Fisher Price, fabricante de brinquedos. É muito gratificante ver a competência de nossa profissão reconhecida junto ao seu objeto de estudo que é a atividade humana e, neste caso, a atividade típica da infância: o brincar. Confira no link abaixo:

http://www.fisher-price.com/fp.aspx?st=100000&e=video

É imprescindível que os terapeutas ocupacionais, independentemente de sua especialidade, pratiquem e divulguem a profissão por todos o canais possíveis  sempre reforçando o nosso objeto principal. A ênfase prioritária nos componentes da ação ocupacional ou em algum aspecto do ser humano antes de ser colocada no objeto principal, nos divide perante a sociedade em geral e perdemos em termos de identidade profissional.

Outro ponto que tem dificultado nossa inserção e sobreviência no mercado de trabalho é a falta de ação para além dos muros técnico científicos - é preciso que cada um dê sua contribuição na política, nos veículos de comunicação, nos eventos comunitários, nas publicações para leigos, junto às operadoras de plano de saúde, junto às empresas, etc., procurando agir de forma empreendedora, desbravando novos caminhos para si e para a classe.

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2.10.10

Pele artificial feita de nanofios

 Terapeutas Ocupacionais dedicados à funcionalidade dos membros superiores como meio para se alcançar a plenitude do desempenho ocupacional de pessoas que usam próteses nestes membros, precisam estar atualizados (as) em relação ao desenvolvimento tecnológico na área. Compartilho abaixo notícia publicada no site da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo em  13/9/2010:

Agência FAPESP – Um grupo de pesquisadores da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos, conseguiu produzir um material eletrônico sensível à pressão a partir de nanofios semicondutores. A conquista abre caminho para o desenvolvimento de um novo tipo de pele artificial.

“A ideia é fazer com que o material tenha funcionalidades semelhantes à da pele humana, o que implica incorporar a capacidade de tocar e de sentir objetos”, disse Ali Javey, professor de engenharia elétrica e de ciência da computação e líder do estudo, cujos resultados foram publicados neste domingo (12/9) na revista Nature Materials. O material, denominado de e-skin (“pele eletrônica”) por seus criadores, é o primeiro feito de semicondutores inorgânicos cristalinos.

Produzir uma pele artificial sensível ao toque ajudaria a vencer um grande desafio na robótica: controlar a quantidade de força necessária para segurar e manipular uma ampla gama de objetos.

“Os humanos sabem como segurar um frágil ovo sem quebrá-lo. Se quisermos que um robô faça isso, ou lave as louças, por exemplo, precisamos ter certeza de que ele não quebrará as taças de vinho no processo. Mas também queremos que o mesmo robô seja capaz de segurar com firmeza uma chaleira sem derrubá-la”, disse Javey.

Um objetivo mais distante é usar a e-skin para restaurar o sentido do tato em pacientes que precisam de membros protéticos. Essas novas próteses exigiriam avanços importantes na integração de sensores eletrônicos com o sistema nervoso humano.

Tentativas anteriores de desenvolver pele artificial se basearam em materiais orgânicos, por serem flexíveis e de processamento relativamente simples.

“Mas o problema é que os materiais orgânicos não constituem bons semicondutores, o que implica que dispositivos eletrônicos feitos com eles precisarão frequentemente de altas voltagens para que seus circuitos funcionem”, disse Javey.

Segundo ele, materiais inorgânicos como o silício, por outro lado, têm propriedades elétricas excelentes e podem operar com pouca energia. Também são quimicamente estáveis. “Mas, historicamente, esses materiais têm sido inflexíveis e fáceis de quebrar”, disse.

“Nesse aspecto, trabalhos de vários grupos de pesquisa, inclusive o nosso, têm mostrado recentemente que fitas ou fios minúsculos de materiais inorgânicos podem ser feitos para que sejam altamente flexíveis, isto é, ideais para eletrônicos e sensores de alta performance”, afirmou.

O grupo californiano utilizou uma nova técnica de fabricação. Inicialmente, os cientistas implantaram fios com espessura nanométrica (bilionésimos de metro) em um tambor cilíndrico. Em seguida, o tambor foi rolado em um substrato pegajoso.

O substrato usado foi um filme polimérico, mas os pesquisadores dizem que a técnica funciona com diversos materiais, como outros plásticos, papel ou vidro.

À medida que o tambor rolava, os nanofios eram depositados no substrato de maneira ordenada, formando a base a partir da qual folhas finas e flexíveis de materiais eletrônicos podem ser construídas.

Os pesquisadores imprimiram os nanofios em matrizes quadradas com 18 por 19 pixels, medindo 7 centímetros de cada lado. Cada pixel continha um transistor feito de centenas de nanofios semicondutores. Os transistores foram integrados sob uma borracha sensível a pressão, de modo a se inserir a funcionalidade sensorial.

A matriz precisou de menos de 5 volts de eletricidade para funcionar e manteve seu rendimento após ter sido submetida em testes a mais de 2 mil ciclos de dobras.

Segundo os autores do estudo, a e-skin foi capaz de detectar pressões de 0 a 15 quilopascals, uma variação comparável com a força usada para atividades diárias como digitar em um teclado de computador ou segurar um objeto.

O artigo Nanowire active-matrix circuitry for low-voltage macroscale artificial skin (doi: 10.1038/nmat2835), de Ali Javey e outros, pode ser lido por assinantes da Nature Materials em www.nature.com/naturematerials.

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6.6.10

Dez ingredientes para uma vida mais sustentável

Terapeutas Ocupacionais, como membros da comunidade, também devem se preocupar com as demais demandas de toda a nossa sociedade como a sustentabilidade ambiental, econômica e social, o que aliás contribui para a qualidade de pessoa que somos e queremos ser. Reproduzo abaixo algumas dicas que recebi de outrem e sugiro que tente levá-las a sério:

 

1) Doe tempo, dinheiro, conhecimento ou mesmo atenção. Há sempre alguém ou alguma causa precisando se beneficiar desse gesto.

 

2) Reduza sua pegada ecológica, ou seja, os resíduos que gera. Reduza desperdícios, reduza consumo, reutilize, recicle. Separe o lixo de sua residência. Seus netos, bisnetos e tataranetos agradecem.

 

3) Contemple uma árvore antiga, suas folhas, galhos e raízes. Aliás, contemple o que está à volta dela, de preferência com o celular desligado e o relógio de pulso guardado na gaveta.

 

4) Deixe mais o carro na garagem. Ande, caminhe, corra, pedale. Suba um andar pela escada, e desça dois. Abra mais sua casa e seu carro à ventilação e use menos o ar condicionado.

 

5) Jogue fora um preconceito (idéia pré-concebida), qualquer que seja. Adote um novo conceito, qualquer que seja. Aceite a diferença. Pratique a tolerância. Use menos os raciocínios estereotipados e pense mais.

 

6) Aprenda algo novo. Ensine a alguém o que aprendeu. Procure sempre a inovação e inovar.

 

7) Arrume mais motivos para conviver com familiares e amigos, cuidar da saúde, divertir-se, desenvolver um talento, dar uma gargalhada fora de hora, prestar atenção no que realmente importa. Seja mais criança, solte-se.

 

8) Sabe aquela ação de economia de recursos naturais que você nunca levou a sério por achar coisa de ativista ecológico xiita? Adote-a hoje, amanhã e sempre. Feche a torneira e/ou o chuveiro ao ensaboar, só coloque no prato o que fôr realmente comer, apague a luz do cômodo ao sair, etc.

 

9) Seja líder: de algum empreendimento novo, de alguma causa de interesse público ou de sua própria vida.

 

10) Sonhe: alto, grande, forte e longe. De preferência, um sonho que inclua outras pessoas e que projete uma vida melhor para alguém mais do que apenas você.”

 

Júnia J. Rjeille Cordeiro - Terapeuta Ocupacional

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11.4.10

Terapia Ocupacional no Campo Educacional

A Terapia Ocupacional teve suas origens na área de reabilitação, na abordagem ao paciente crônico, seja por distúrbios mentais ou físicos. Com o passar dos anos é que a profissão tem se envolvido com os níveis curativos e preventivos na saúde humana.

Pelo visto, a atuação do terapeuta ocupacional na área educacional segue a mesma tendência. Confira no texto abaixo, como uma psicanalista reconhece o potencial da nossa profissão para atuar com o desenvolvimento infantil na escola  regular e não somente com os distúrbios do desenvolvimento infantil na escola especializada ou na clínica. Os grifos do texto abaixo são meus:

Terapia Ocupacional no ensino fundamental

por Anna Verônica Mautner*

Nem sei dizer se os alunos do curso fundamental continuam tendo ou não aulas de trabalho manual, uma vez que não me lembro de ter ouvido de ninguém, nos últimos tempos, comentários sobre o que teria aprendido a fazer nessas supostas aulas. Se elas existem ainda, não são levadas a sério, no mínimo porque não têm nota, e, portanto, não reprovam.

 

 Lá pelos 30 anos atrás – quando ainda se faziam coisas à mão, não só com os dedos, como hoje em dia, que passaram a servir apenas para apertar botão – fazia uma grande diferença ter ou não habilidade manual. Aquele que tinha naturalmente esse dom não tinha dificuldades em vários setores da educação formal. Provavelmente era bom de caligrafia, de desenho, tinha nota boa “de ordem” e também nos trabalhos manuais. Esse era um tempo em que as pessoas tinham mãos, eram seres que desenvolviam habilidades específicas a serem feitas com a palma e os dedos das mãos – cada gesto com uma finalidade. Hoje a mão ficou para trás, serve para jogar bola, para dirigir automóvel, ou será que ela serve para muito mais coisas?

 

É uma pena que tenha ocorrido assim porque produzir coisas pode ser importante para o orgulho pessoal. Pode fazer parte da constituição de uma saudável autoestima. Gostar de um objeto feito com as próprias mãos, guardado pela mãe como lembrança, realimenta a nossa confiança em nós mesmos.

 

Quando se priva a criança da oportunidade de fazer coisas, tiramos dela uma possibilidade: olhar o que fez, ver que os outros gostam, mostram e também guardam dá uma sensação de gostoso na barriga. As crianças de hoje, a não ser que tenham mães muito jeitosas e caprichosas, não têm com quem se identificar para praticar a criação e feitura de pequenos objetos mercadologicamente insignificantes, porém afetivamente importantes como marcos de crescimento e transformação.

 

 Existe um curso, uma profissão, que pode (creio eu) e espero que pretenda atuar nesse campo educacional: os terapeutas ocupacionais. Tendo em vista que todos nós, cada vez mais, recebemos tudo pronto e somos cada vez menos incentivados a nos tornarmos autores/criadores dos objetivos de nosso uso pessoal, estamos, na minha opinião, bastante precisados de profissionais que nos despertem este interesse. Eles deveriam ser prestigiados, pois é pelo seu conhecimento e pela aplicação de suas técnicas e idéias que podemos criar as ligações neurais entre olho e mão. Esta ligação (olho/mão) é essencial para que sejamos “Homo Sapiens”. Esse só se torna passando pelo “Homo Faber”.

Em tempos passados, imitando pais que faziam, a criança não precisava da sabedoria do terapeuta ocupacional criando exercícios para desenvolver as sinapses entre olho e mão. Aprendia-se a fazer fazendo. As habilidades eram desenvolvidas no fazer, olhado o que os outros faziam.

 

O terapeuta ocupacional aprende nos seus bancos escolares a desenvolver essa relação tão importante para a nossa sobrevivência. Eu lamento que o encarregado da manter o homem humanizado seja o profissional que ostenta o título de “terapeuta” e não de “educador”. Terapia significa curar; educar é interessar, incentivar, motivar, deixar improvisar. Sem querer abalar o caráter terapêutico  importante e tão necessário da atividade dos T.O.s na recuperação das sinapses, gostaria que esse saber também fosse utilizado na educação para o desenvolvimento de novas sinapses. Possivelmente as mesmas técnicas ou uma parte delas podem ser usadas tanto para recuperar sinapses perdidas (terapia) quanto para desenvolver novas e mais fortes sinapses (educação). Esses conhecimentos precisam ser transmitidos para os professores. As escolas precisam de terapeutas ocupacionais orientando os mestres.

 

*Anna Verônica Mautner é psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise e palestrante. Autora de Cotidiano nas entrelinhas e Crônicas científicas (Ed. Agora).

Texto extraído da publicação PROFISSÃO MESTRE – fevereiro 2010.

 

Júnia J. Rjeille Cordeiro - Terapeuta Ocupacional - CREFITO-3/1048-TO

 

 

 

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21.3.10

Lista de Identificação de Papéis Ocupacionais no Brasil

Originalmente denominada Role Checklist, a referida Lista é um dos instrumentos de avaliação terapêutica ocupacional proposto pelo Modelo da Ocupação Humana (Kielhofner, 2008).

Foi validado para a língua portuguesa falada no Brasil por Júnia J. Rjeille Cordeiro (Cordeiro, 2005 – Tese UNIFESP; Cordeiro et al., 2007 – Am. J. Occup. Ther.). Desde então, acadêmicos e profissionais de Terapia Ocupacional tem sido treinados no uso do instrumento para a sua aplicação clínica e em pesquisa totalizando até o momento 247 pessoas.

Em levantamento feito no 2º. semestre de 2009 entre estas pessoas treinadas, obtivemos um retrato da utilização do instrumento no Brasil. Tais resultados foram apresentados no Depto. de Terapia Ocupacional da Universidade de Illinois, em Chicago, o qual dirige o Modelo da Ocupação Humana, por meio do Prof. Dr. Gary Kielhofner, como parte de um seminário interno aos alunos e professores denominado Fall 2009 Scholarship of Practice Lecture Series, no mês de outubro.

 

Veja abaixo o panorama dos projetos clínicos e de pesquisa desenvolvidos e informados até o momento:

Nome Local de Desenv. do Projeto População (diagnóstico) Faixa etária (anos) Tipo de aplicação Tipo de instituição e contexto
Alfredo Fernandes Baptista Júnior Joinville - SC Pessoas na comunidade adolescentes Sócio-comunitária (prática de estágio supervisionado) Centro comunitário
Alfredo Fernandes Baptista Júnior Joinville - SC População de rua adultos e idosos Sócio-comunitária (prática de estágio supervisionado) Centro comunitário
Aline Carvalho Pereira Gonzaga e Carolina Rebelatto São Paulo - SP Idosos 80 Clínica Residencial de idosos
Ana Lucia Branquinho Germer São Paulo - SP Mulheres na comunidade 20 a 60 Sócio-comunitária Centro comunitário
Aurea Maria de Oliveira Bueno Campinas  - SP Adolescentes com deficiência visual 16 a 18 Clínica Clínica
Aurea Maria de Oliveira Bueno Itu - SP Distúrbios psiquiátricos 18 a 70 Clínica Consultório
Beatriz Bittencourt Granjo Schlecht São Paulo - SP Problemas cognitivos adultos e idosos Clínica Consultório
Daniel Marinho Cezar da Cruz São Carlos-SP Pós-Acidente vascular encefálico 20 a 50 Pesquisa Clínica universitária 
Daniel Marinho Cezar da Cruz / Dorien Dezotti São Carlos-SP Trabalhadores com dor nos membros superiores acima de 18 Pesquisa Clínica universitária 
Livia Garcia Couto; Luma Cardoso; Milena Felitte São Paulo - SP Adolescentes na comunidade 16 a 18 Pesquisa (trabalho de conclusão de curso de graduação) Escola
Marysia M. P. De Carlo / Clarissa Castrighini Macedo de Sousa Ribeirão Preto - SP Mulheres com fibromialgia 30 a 60 Pesquisa (projeto de iniciação científica com bolsa FAPESP) Clínica universitária 
Marysia M. P. De Carlo / Karina Reis  Ribeirão Preto - SP Transplantados de medula óssea   Pesquisa (projeto de iniciação científica com bolsa Santander) Hospital geral - internação
Marysia M. P. De Carlo / Leila Maria Quiles  Ribeirão Preto - SP Anoréxicos acima de 18 Pesquisa (projeto de mestrado) Clínica universitária 
Marysia M. P. De Carlo / Natália Augusto Nunes Gil  Ribeirão Preto - SP HIV /AIDS acima de 18 Pesquisa (projeto de iniciação científica com bolsa FAPESP) Hospital geral - internação e ambulatório
Marysia M. P. De Carlo / Vivian Dias  Ribeirão Preto - SP Transplantados de medula óssea   Pesquisa (projeto de iniciação científica com bolsa FAPESP) Hospital geral - internação
Milton Carlos Mariotti / Andressa Santi  Curitiba - PR Renais crônicos 48 Pesquisa (projeto de iniciação científica) Clínica
Patrícia Cotting Homem de Mello São Paulo - SP Idosos com problemas ortopédicos acima de 60 Clínica Centro-dia de idosos
Patrícia Cotting Homem de Mello São Paulo - SP Idosos pós-acidente vascular encefálico acima de 6 Clínica Centro-dia de idosos
Rachel Fernanda Albuquerque Camargo Nanuncio Valinhos  - SP Deficiência mental leve 16 a 50 Clínica Clínica 
Tacyanne Bilro de Miranda Natal - RN Ortopédicos 45 Pesquisa (trabalho de conclusão de curso de graduação) Hospital geral - ambulatório
Tatiane Grigolatto   Ribeirão Preto - SP Esquizofrenia 18 a 55 Pesquisa (projeto de mestrado com bolsa FAPESP) Clínica universitária 
Tiago Ribeiro da Silva São Paulo - SP Distúrbios psiquiátricos acima de 18 Clínica Hospital -dia
Tiago Ribeiro da Silva São Paulo - SP Pessoas na comunidade   Sócio-comunitária Centro -dia de saúde mental
Vanessa Idargo Mutchnik São Paulo - SP Homens executivos acima de 45  Pesquisa (projeto de mestrado) Empresa
Vanina Tereza Barbosa Lopes da Silva Natal - RN Obesidade 50 a 80  Clínica (projeto de extensão universitária) Clínica universitária 
Wilma Guimarães Belo Horizonte - MG Transplantados de medula óssea adolescentes e adultos Clínica Hospital geral - internação
Wilma Guimarães Belo Horizonte - MG Câncer de mama  adultas Clínica Hospital geral - internação

 

Caso haja alguma atualização ou correção a ser feita nas informações acima, favor me enviar um e-mail.

Caso queira detalhes sobre os projetos e aplicações mencionados, repassarei sua demanda aos responsáveis pelos mesmos.

Posso dizer que a iniciativa de divulgar o instrumento e apoiar os projetos dele derivados tem contribuído para que a classe dos terapeutas ocupacionais reflita sobre o papel dos instrumentos padronizados na prática da profissão, no cenário da pesquisa  no Brasil e no impacto de ambos na inserção e sobrevivência do profissional no mercado de trabalho em saúde nos dias atuais.

Júnia J. Rjeille Cordeiro

Terapeuta Ocupacional - CREFITO-3/1048-TO

 

 

 

 

 

 

 

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7.3.10

Terapia Ocupacional em Cardiologia

Esta especialidade de Terapia Ocupacional figura entre aquelas relacionadas às disfunções orgânicas gerais. Ela reflete a prática da profissão associada ao modelo médico (Terapia Ocupacional aplicada à especialidade médica X ou Y) em contraposição à visão atual que relaciona a avaliação e intervenção do TO aos aspectos relacionados ao desempenho ocupacional independentemente da origem psíquica ou orgânica ou social que tenha causado a disfunção ocupacional.

Também entendemos esta especialidade como algo não-tradicional e não tão divulgado no contexto brasileiro e internacional como o são as epecialidades com foco nas consequências dos distúrbios mentais, do desenvolvimento infantil, da motricidade e das questões sociais; motivo pelo qual as publicações, tanto nacionais quanto estrangeiras, são escassas.

No entanto, temos alguma experiência acumulada no Brasil bem como algumas publicações as quais podem servir de referência aos acadêmicos e profissionais de Terapia Ocupacional que querem  conhecer e/ou se aprofundar no assunto de forma teórica e/ou prática.

Seguem abaixo as informações as quais tive acesso. Caso haja alguma atualização a ser feita nestas informações, favor me enviar um comunicado por e-mail:

Nome / Local  Instituição / Experiência em Cardiologia Local Publicações 
Adriana Sarsur Nasser - Belo Horizonte - MG Docente de Terapia Ocupacional - Fac. Ciências Médicas de Minas Gerais  Belo Horizonte - MG  
Ana Luiza Rodrigues da Costa - Recife - PE Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco e de Terapia Ocupacional  - Univ. Católica de Pernambuco (experiência com idosos com sequelas neurológicas decorrente de doenças cardiopulmonares e hipertensão arterial sistêmica)  Recife - PE  
Ana Luiza de Moraes Vieira - Rio de Janeiro - RJ Unidade de Cuidados Coronarianos do Hospital do Andaraí e ABIA  Rio de Janeiro - RJ  
Ana Paula Silva Vasconcelos - Lins - SP Projeto de TO em Cardiologia no Trabalho de Conclusão de Curso e responsável pela TO em Cardiologia no Hosp. de Base de São José do Rio Preto, São Paulo Lins - SP VASCONCELOS, Ana Paula S.; SAID, Heloisa C.; OLIVEIRA, Léslie R. A intervenção da terapia ocupacional na insuficiência cardíaca congestiva classe de funcionalidade III. Lins: Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium. 2009. 114p. Monografia (Graduação em Terapia Ocupacional)
Casiana Chalegre - Recife - PE Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco - internação e ambulatório de miocardiopatia  Recife - PE  
Cibele Magalhães dos Santos -  Rio de Janeiro - RJ Instituto Nacional de Cardiologia - ambulatório de cardiomiopatia em insuficiência cardíaca, com orientações de AVDs aplicando técnicas de conservação de energia para melhor qualidade de vida. Participa do grupo Getoc (grupo de estudos de Terapia Ocupacional em cardiologia de adultos).  Rio de Janeiro - RJ  Monografia do Curso de especialização de Psicossomática “O que nos leva ter um infarto” e monografia sobre a “Importancia das atividades criativas/ expressivas para pacientes hospitalizados”
Edilaine Bardella Lopes - Campo Grande - MS  Setor de Cardiologia Adulto no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul  Campo Grande - MS   
Fernanda do Nascimento Maia - Rio de Janeiro - RJ Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio de Castro - Atuação em ambulatório e internação de cardiopediatria.  Rio de Janeiro - RJ  
Júnia J. Rjeille Cordeiro - São Paulo - SP Experiência pregressa no Hospital das Clínicas da Univ. Federal de Minas Gerais (internação e ambulatório com paciente cirúrgicos e hipertensos )  São Paulo - SP CORDEIRO, Júnia Jorge Rjeille . Cardiologia. In: Alessandra Cavalcanti; Cláudia Galvão. (Org.). Terapia Ocupacional: Fundamentação e Prática. 1 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007, v. , p. 502-507. 
      CORDEIRO, Júnia Jorge Rjeille . Expandindo o papel dos terapeutas ocupacionais em reabilitação cardíaca. Revista do Centro de Estudos de Terapia Ocupacional, São Paulo, v. 2, n. 2, p. 48-50, 1997.                                           
      CORDEIRO, Júnia Jorge Rjeille ; NASSER, Adriana Sarsur ; QUEIROZ, Kenya Ferreira de ; BOTELHO, Vanessa Afonso . Grupo de hipertensos: Uma proposta da Terapia Ocupacional. Revista Médica de Minas Gerais, Belo Horizonte, v. 5, n. 3, p. 129-130, 1995.  
      CORDEIRO, Júnia Jorge Rjeille . Expanding the OTs role in cardiac rehabilitation. Therapy Weekly, Inglaterra, v. 16, p. 7 - 7, 31 ago. 1989. 
Kassiane Karla Barbosa - Bela Vista - MS Universidade Católica Dom Bosco Bela Vista - MS  
Maria Cristina Garcia de Lima Caneppele - Cuiabá - MS Validação de instrumento de avaliação em cardiologia Cuiabá - MS CANEPPELE, Maria Cristina Garcia de Lima. Qualidade de vida na área da saúde: padronização de um instrumento de medida junto à cardiologia. Cuiabá: Universidade Federal do Mato Grosso. 1999. 163p. Dissertação de mestrado em saúde coletiva.
Maria Regina Mascarenhas Horta Instituto Nacional de Cardiologia Rio de Janeiro - RJ  
Patrícia Machado Albernaz Costa Experiência pregressa no Hospital das Clínicas da Univ. Federal de Minas Gerais (internação e ambulatório com paciente cirúrgicos e hipertensos)  Uberaba - MG  
Renata Cristina Matos - Salvador - BA         Inst. do Coração da Bahia (experiência em cardiologia pediátrica) Salvador - BA                                               
Sandra Regina Marques Secchi - Campinas - SP Monografia sobre gestante cardio reumática Campinas - SP SECCHI, Sandra R. M. A intervenção da terapia ocupacional junto a gestantes hospitalizadas portadoras de cardiopatia reumática. Campinas: Pontifícia Universidade Católica de Campinas . 2003. 71p. Monografia (Graduação em Terapia Ocupacional)

 

 

Caso queira detalhes sobre os projetos e aplicações mencionados, repassarei sua demanda aos responsáveis pelos mesmos.

Posso dizer que a iniciativa de divulgar o instrumento e apoiar os projetos dele derivados tem contribuído para que a classe dos terapeutas ocupacionais reflita sobre o papel dos instrumentos padronizados na prática da profissão, no cenário da pesquisa  no Brasil e no impacto de ambos na inserção e sobrevivência do profissional no mercado de trabalho em saúde nos dias atuais.

Júnia J. Rjeille Cordeiro - CREFITO-3/1048-TO

 

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16.5.09

Terapia Ocupacional – Domínio e Processo

A identidade da Terapia Ocupacional é sempre ponto de discussão no Brasil e nos demais países, uma vez que as questões relacionadas com o homem em atividade pode tocar aspectos do senso comum e causar  confusão sobre qual realmente é o escopo da profissão, qual é o seu domínio e como a atividade e o processo terapêutico ocupacional podem promover a saúde, a cura e a reabilitação.

Preocupada com estas questões e em conformidade com as diretrizes mundiais de saúde (como a CIF/OMS)  no que tange à função do homem no mundo e sua interação, a Associação Americana de Terapia Ocupacional publicou recentemente a segunda edição de um documento que redefine a profissão e todos os seu termos e processos, o qual serve de arcabouço para a prática da Terapia Ocupacional nos diversos modelos metodológicos das nossas especialidades.

A referência bibliográfica é:

American Occupational Therapy Association. (2008). Occupational therapy practice framework:  Domain and process 2nd ed. The American Journal of Occupational Therapy, 62, 625-683.

Aqueles que tiverem acesso à bibliotecas que ainda assinam o The American Journal of Occupational Therapy devem consultá-lo na biblioteca (até mesmo para mostrar à direção da mesma que a revista tem demanda, caso contrário poderão suspender a assinatura). Alternativamente, eu posso me disponho a enviar uma cópia por e-mail. Basta entrar em contato comigo que terei satisfação em compartilhar.

Júnia J. Rjeille Cordeiro

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28.3.09

Livros internacionais de Terapia Ocupacional traduzidos para a língua portuguesa

Atualmente, os terapeutas ocupacionais brasileiros contam com uma série de livros traduzidos que facilitam seu acesso a conhecimento de diversas linhas de pensamento, técnicas e aplicações específicas da Terapia Ocupacional ainda sem similar no Brasil. Vale a pena conferir e divulgar entre seus colegas. Compartilhe a informação!  Quanto mais ampliarmos nossos conhecimentos, mais amplos serão nossos horizontes de inserção no mercado de trabalho brasileiro e internacional:

ATWAL, Anita. Terapia Ocupacional e Terceira Idade.  1ª ed. São Paulo: Editora Santos (Grupo GEN). 2007. 380 p.

SHUMWAY - COOK, ANNE; WOOLLACOTT, MARJORIE H. Controle Motor.  [tradução da 2.ed. original de Maria de Lourdes Gianini; revisão científica Valdir J. Barbanti].  São Paulo: Editora Manole, 2003, 610 p.

COX, Diane  L. Terapia Ocupacional e Síndrome da Fadiga Crônica. São Paulo: Livraria Santos Editora, 2005. 183 p.

 

BRIGGS, ANNE K.; DUNCOMBE, LINDA W.; HOWE, MARGOT C.; SCHWARTZ, SHARAN L. Perguntas e Respostas de Terapia Ocupacional Psicossocial São Paulo: Manole, 1987. 225p.

 

EDMANS, Judi; CHAMPION, Annette; HILL, Louise; RIDLEY, Mike; SKELLY, Fiona; JACKSON, Therese; NEALE, Moya. Terapia Ocupacional e Derrame Cerebral. São Paulo: Livraria Santos Editora, 2004. 174 p.

 

EGGERS, Ortrud. Terapia ocupacional no tratamento da hemiplegia do Adulto. Rio de Janeiro: Colina Editora, l984. 

FERLAND, Francine. O modelo lúdico: o brincar, a criança com deficiência física e a Terapia Ocupacional 3 ed. São Paulo: Roca, 2006. 192 p.

HAGEDORN, Rosemary.  Fundamentos da prática em Terapia Ocupacional. Tradução por José Batista. São Paulo: Dynamis Editorial, 1999. 200 p.

 

HAGEDORN, Rosemary.  Fundamentos da prática em Terapia Ocupacional. Tradução por Vagner Raso.3ª ed. São Paulo: Editora Roca. 2003. 310 p.

 

HAGEDORN, Rosemary. Ferramentas para a Prática em Terapia Ocupacional: Uma Abordagem Estruturada aos Conhecimentos e Processos Centrais. Tradução por Melissa Ticko Muramoto. São Paulo: Editora Roca. 2007. 310 477 p

J. GRIVE. Neuropsicologia em Terapia Ocupacional. São Paulo: Livraria Santos Editora, 2006. 166 p.

 

MACDONALD, E. M. Terapia Ocupacional em Reabilitação. 4ª. ed. São Paulo: Livraria Santos Editora, 1998.  512 p.

 

NEISTADT, M.; CREPEAU, E. B. WILLARD & Spackman Terapia Ocupacional. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara – Koogan, 2002. 862 p.

 

PARHAM, L. DIANE, LINDA S. FAZIO A Recreação na Terapia Ocupacional Pediátrica São Paulo: Ed. Santos Livraria. 2002.

PEDRETTI, L. W.; EARLY, M. B. Terapia Ocupacional: Capacidades Práticas para as Disfunções Físicas. São Paulo: Editora Roca. 2005.

TROMBLY, AC.; RADOMSKI, M. V. Terapia Ocupacional para Disfunções Físicas. 5ª. ed. São Paulo: Santos, 2005. 1176 p.

Júnia J. Rjeille Cordeiro 

criado por cleberegg    12:05 — Arquivado em: BIBLIOTECA

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